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Quinta do RegueiroVinho Verde

Quinta do Regueiro Rosé 2020

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FICHA TÉCNICA

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Região
Vinho Verde
Tipo
Rosé
Grau alcoólico
12% vol.
Garrafa
750 ml

Perfil do vinho

Rosé · salmão

Acidez
Corpo
Taninos
Álcool

Toque ou passe o rato numa escala

Perfil do vinho · Rosé

Acidez

Nível 4 de 5 — Viva e salivante – como uma toranja

Em linha com o típico (3,8) · Típico: média de 58 rosés da Vinogrande

O que é

A acidez é a frescura do vinho: dá-lhe energia, faz crescer água na boca e ajuda-o a envelhecer. Sem ela o vinho fica chato; em excesso, fica agressivo.

Onde se sente

Nas laterais da língua e na salivação que fica depois de engolir. Quanto mais salivar, mais ácido é o vinho.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: as notas de prova e a descrição do vinho na Vinogrande.

Em laboratório mede-se a acidez total (em gramas de ácido tartárico por litro; a maioria dos vinhos fica entre 4,5 e 8 g/L) e o pH (normalmente entre 3,0 e 3,8; quanto mais baixo, mais ácido). Na escala traduzimos isso em sensação na boca.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Baixa: macia, pouca frescura
  2. 2Média-baixa: suave
  3. 3Média: fresca e equilibrada
  4. 4Média-alta: viva, salivante Este vinho
  5. 5Alta: vibrante, cortante

Na prática, neste vinho

Corta a gordura e o sal: peixe gordo, fritos, queijo de cabra, cozinha com limão. Sirva bem fresco.

Perfil do vinho · Rosé

Corpo

Nível 5 de 5 — Encorpado e denso – como natas espessas

O que é

O corpo é o peso e a textura do vinho na boca. Vem sobretudo do álcool, do extrato (tudo o que fica dissolvido além da água), do glicerol e, nos vinhos doces, do açúcar.

Onde se sente

Em toda a língua: é a sensação de o vinho «encher» a boca. Compare leite magro, leite gordo e natas.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: as notas de prova e a descrição do vinho na Vinogrande.

Não há um único número para o corpo. Os laboratórios medem o extrato seco (muitos vinhos ficam entre 18 e 30 g/L) e o grau alcoólico, que, segundo a WSET, é o que mais influencia o corpo. Na escala avaliamos o peso na boca.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Leve: fluido e delicado
  2. 2Médio-leve: ligeiro
  3. 3Médio: redondo
  4. 4Médio-cheio: amplo
  5. 5Encorpado: denso e cheio Este vinho

Na prática, neste vinho

Para pratos intensos: carnes no forno, caça, guisados, queijos fortes. Um copo largo ajuda a abrir.

Perfil do vinho · Rosé

Taninos

Nível 1 de 5 — Sedoso – quase sem aspereza

Em linha com o típico (1,1) · Típico: média de 62 rosés da Vinogrande

O que é

Os taninos vêm das películas, das grainhas e da madeira. Dão estrutura e longevidade aos tintos; com o tempo, ficam mais macios.

Onde se sente

Nas gengivas, no interior das bochechas e nos dentes: aquela secura áspera, como depois de um chá preto forte.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: o perfil típico deste tipo de vinho (WSET), por não termos um dado específico. Estimativa

Os laboratórios medem os polifenóis totais (índice IPT), mas esse valor raramente é publicado. Na escala avaliamos a quantidade e a textura dos taninos na boca.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Baixos: sedosos Este vinho
  2. 2Médio-baixos: macios
  3. 3Médios: presentes
  4. 4Médio-altos: firmes
  5. 5Altos: robustos

Na prática, neste vinho

Bom com peixe e pratos leves; pode servir-se um pouco mais fresco.

Perfil do vinho · Rosé

Álcool

Nível 2 de 5 — Moderado – um calor discreto

Abaixo do típico (2,9) · Típico: média de 62 rosés da Vinogrande

O que é

O álcool nasce da fermentação do açúcar da uva. Dá calor, contribui para o corpo e transporta os aromas.

Onde se sente

No calor que se sente na garganta e no peito ao engolir, e num ligeiro ardor no nariz quando é alto.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: o grau alcoólico do rótulo.

É o único eixo sempre medido: vem do grau alcoólico (% vol) do rótulo. Vinhos tranquilos e espumantes: abaixo de 11% = 1, até 12,4% = 2, até 13,4% = 3, até 14,4% = 4, 14,5% ou mais = 5. Vinhos generosos (Porto, Madeira…) têm escala própria: abaixo de 16,5% = 2, até 18,4% = 3, até 19,9% = 4, 20% ou mais = 5.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Baixo: menos de 11% vol
  2. 2Médio-baixo: 11–12,4% vol Este vinho
  3. 3Médio: 12,5–13,4% vol
  4. 4Médio-alto: 13,5–14,4% vol
  5. 5Alto: 14,5% vol ou mais

Na prática, neste vinho

Leve à mesa: peixe, petiscos, cozinha de verão.

Servir & degustar

Temperatura 8–10 °CFrigorífico 3 h · ou balde com gelo e água 20 min
CopoCopo de rosé

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Descrição

Produtor: Quinta do Regueiro
Ano de Colheita: 2020
Grau Alcoólico: 12%
Castas: Alvarinho, Trajadura, Alvarelhão e Vinhão
Garrafa: 750 ml
Enólogo: Paulo Cerdeira Rodrigues e Jorge Sousa Pinto

Descrição:


A Quinta do Regueiro tem vindo a cimentar o seu cunho qualitativo e distinto na região dos Vinhos Verdes, é o produtor que mais tenho acompanhado de perto, cliente habitual dos seus alvarinhos, Barricas e Primitivo, gostaria de conseguir ser mais do Jurássico, um dos grandes vinhos brancos portugueses.

Recentemente apareceu uma novidade no produtor, um rosé a tempo de ser lançado na época veraneante, o Quinta do Regueiro Rosé 2020. Mas engane-se quem pense que associar este vinho a Verão vem com conotação negativa, estamos na presença de um vinho sério, com espinha dorsal de um bom vinho branco. De cor salmão ligeira, evidência um ténue gás ao início no copo e na garrafa, que não incomoda, uma agulha que desaparece rapidamente com a oxigenação. Como é de esperar num rosé, nariz revela apontamentos de fruto vermelho fresco, mas não demasiado pronunciado, quanto baste, alguma frescura cítrica em segundo plano. Na boca tem muita garra, sobretudo suportada pela boa acidez, sensação mineral e que por me vezes me leva a remeter a um vinho branco, com bom volume e presença, de final seco e salivante.

Uma novidade que me agradou, que visa fazer um rosé apelativo para quem aprecia bom vinho à mesa com gastronomia da época veraneante, ao invés de uma sangria de refresco. O vinho é um blend de castas típicas da região, tintas mas também brancas, Vinhão, Alvarelhão, Alvarinho e Trajadura.

Aroma
Apresenta grande complexidade, onde sobressai o estilo de frutos vermelhos.

Paladar
Vinho muito encorpado, com volume de boca e muita frescura.

Pratos com os quais pode ser servido
Algumas carnes, peixe e mariscos variados


Com o que servir este vinho

Pratos calculados a partir do perfil, das castas e da região deste vinho.