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FGWinesDouro

Montalegre Clarete 2020

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Ano
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FICHA TÉCNICA

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Colheita
2020
Região
Douro
Produtor
FGWines
Grau alcoólico
13,5% vol.
Garrafa
750 ml

Perfil do vinho

Rosé

Taninos
Álcool13,5% vol

Toque ou passe o rato numa escala

Perfil do vinho · Rosé

Taninos

Nível 1 de 5 — Sedoso – quase sem aspereza

Em linha com o típico (1,1) · Típico: média de 62 rosés da Vinogrande

O que é

Os taninos vêm das películas, das grainhas e da madeira. Dão estrutura e longevidade aos tintos; com o tempo, ficam mais macios.

Onde se sente

Nas gengivas, no interior das bochechas e nos dentes: aquela secura áspera, como depois de um chá preto forte.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: o perfil típico deste tipo de vinho (WSET), por não termos um dado específico. Estimativa

Os laboratórios medem os polifenóis totais (índice IPT), mas esse valor raramente é publicado. Na escala avaliamos a quantidade e a textura dos taninos na boca.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Baixos: sedosos Este vinho
  2. 2Médio-baixos: macios
  3. 3Médios: presentes
  4. 4Médio-altos: firmes
  5. 5Altos: robustos

Na prática, neste vinho

Bom com peixe e pratos leves; pode servir-se um pouco mais fresco.

Perfil do vinho · Rosé

Álcool 13,5% vol

Nível 4 de 5 — Generoso – aquece a garganta

Acima do típico (2,9) · Típico: média de 62 rosés da Vinogrande

O que é

O álcool nasce da fermentação do açúcar da uva. Dá calor, contribui para o corpo e transporta os aromas.

Onde se sente

No calor que se sente na garganta e no peito ao engolir, e num ligeiro ardor no nariz quando é alto.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: o grau alcoólico do rótulo — No rótulo: 13,5% vol.

É o único eixo sempre medido: vem do grau alcoólico (% vol) do rótulo. Vinhos tranquilos e espumantes: abaixo de 11% = 1, até 12,4% = 2, até 13,4% = 3, até 14,4% = 4, 14,5% ou mais = 5. Vinhos generosos (Porto, Madeira…) têm escala própria: abaixo de 16,5% = 2, até 18,4% = 3, até 19,9% = 4, 20% ou mais = 5.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Baixo: menos de 11% vol
  2. 2Médio-baixo: 11–12,4% vol
  3. 3Médio: 12,5–13,4% vol
  4. 4Médio-alto: 13,5–14,4% vol Este vinho
  5. 5Alto: 14,5% vol ou mais

Na prática, neste vinho

Evite pratos muito picantes, que acentuam o calor. Sirva um pouco mais fresco do que a temperatura ambiente.

Servir & degustar

Temperatura 14–16 °CFrigorífico 1 h · ou tire do frigorífico 30 min antes
CopoCopo Borgonha

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Descrição

Montalegre reúne, de forma natural, as condições ideais para o estágio e envelhecimento de vinhos de montanha.

Montalegre regista também níveis de menor pressão atmosférica e concentrações de oxigénio mais baixas provocadas pela altitude, assim como possui um clima ameno e com menos picos de temperatura, que favorece a evolução controlada das características aromáticas e gustativas ao longo do período de estágio de um vinho que se queira com carácter.

E Mont’Alegre tem carácter: vinhos produzidos a partir das castas autóctones da Região de Trás-os-Montes, oriundos de vinhas plantadas em solos de predominância granítica e com altitudes acima dos 650 metros. Mais tarde, tudo acontece em Montalegre, pelas soberbas condições naturais para o estágio e envelhecimento de vinhos, dotando-os de frescura, equilíbrio e elegância. Acima de tudo, conferindo-lhes identidade.

“Podemos tirar o homem da terra. Jamais podemos retirar o cunho da terra ao homem”. Foi com este propósito de regresso às origens e de redescoberta da identidade que decidi estagiar os meus vinhos em Montalegre, a minha terra Natal. É na qualidade e na exclusividade que procuro reconhecer e retribuir a Montalegre com a chancela Mont’Alegre.

Por tudo isso – e, principalmente, pela herança familiar de celebração telúrica - os vinhos Mont’Alegre são também o casamento perfeito entre a intensidade e o sabor dos fumeiros do Barroso.

AromaAroma vivo com notas de frutos vermelhos e pretos, algum mineral. Na boca apresenta-se fresco, vivo e com alguma profundidade. Final fresco e vibrante. O estágio em altitude permite de forma natural intensificar as características dos vinhos de Trás-os-Montes, conferindo-lhes densidade e longevidade quer na boca quer na garrafa.

Com o que servir este vinho

Pratos calculados a partir do perfil, das castas e da região deste vinho.