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Pascal Doquet 1er Cru Blanc de Blancs Arpège

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FICHA TÉCNICA

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Região
Champagne
Enólogo
Pascal Doquet
Castas
Chardonay
Grau alcoólico
13% vol.
Garrafa
750 ml

Perfil do vinho

Espumante

Bolha
Acidez
Corpo
Álcool13% vol

Toque ou passe o rato numa escala

Perfil do vinho · Espumante

Bolha

Nível 2 de 5 — Fina e cremosa – uma espuma macia

Em linha com o típico (2,1) · Típico: média de 50 espumantes da Vinogrande

O que é

A bolha (ou «mousse») é a efervescência do espumante: o tamanho, a finura e a persistência das bolhas de gás carbónico.

Onde se sente

Na língua e no palato: bolhas finas parecem cremosas; bolhas grandes e vivas «picam» mais.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: as notas de prova e a descrição do vinho na Vinogrande.

A pressão de um espumante de método clássico ronda os 5–6 bar; um frisante fica-se pelos 1–2,5 bar. O tempo sobre as borras costuma afinar a bolha. Na escala avaliamos a sensação na boca.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Muito fina, delicada
  2. 2Fina e cremosa Este vinho
  3. 3Viva e persistente
  4. 4Animada
  5. 5Vigorosa

Na prática, neste vinho

Bom com marisco e entradas cremosas.

Perfil do vinho · Espumante

Acidez

Nível 5 de 5 — Vibrante e cortante – como um limão acabado de espremer

Acima do típico (4,5) · Típico: média de 138 espumantes da Vinogrande

O que é

A acidez é a frescura do vinho: dá-lhe energia, faz crescer água na boca e ajuda-o a envelhecer. Sem ela o vinho fica chato; em excesso, fica agressivo.

Onde se sente

Nas laterais da língua e na salivação que fica depois de engolir. Quanto mais salivar, mais ácido é o vinho.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: o perfil típico da região (WSET), por não termos um dado específico. Estimativa

Em laboratório mede-se a acidez total (em gramas de ácido tartárico por litro; a maioria dos vinhos fica entre 4,5 e 8 g/L) e o pH (normalmente entre 3,0 e 3,8; quanto mais baixo, mais ácido). Na escala traduzimos isso em sensação na boca.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Baixa: macia, pouca frescura
  2. 2Média-baixa: suave
  3. 3Média: fresca e equilibrada
  4. 4Média-alta: viva, salivante
  5. 5Alta: vibrante, cortante Este vinho

Na prática, neste vinho

Ideal com ostras, marisco, sushi e fritos; aguenta pratos ácidos e salgados. Sirva bem frio e beba como aperitivo.

Perfil do vinho · Espumante

Corpo

Nível 2 de 5 — Ligeiro, mas com presença – como leite meio-gordo

Em linha com o típico (2,4) · Típico: média de 138 espumantes da Vinogrande

O que é

O corpo é o peso e a textura do vinho na boca. Vem sobretudo do álcool, do extrato (tudo o que fica dissolvido além da água), do glicerol e, nos vinhos doces, do açúcar.

Onde se sente

Em toda a língua: é a sensação de o vinho «encher» a boca. Compare leite magro, leite gordo e natas.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: o perfil típico deste tipo de vinho (WSET), por não termos um dado específico. Estimativa

Não há um único número para o corpo. Os laboratórios medem o extrato seco (muitos vinhos ficam entre 18 e 30 g/L) e o grau alcoólico, que, segundo a WSET, é o que mais influencia o corpo. Na escala avaliamos o peso na boca.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Leve: fluido e delicado
  2. 2Médio-leve: ligeiro Este vinho
  3. 3Médio: redondo
  4. 4Médio-cheio: amplo
  5. 5Encorpado: denso e cheio

Na prática, neste vinho

Bom com peixe, aves e cozinha vegetariana; não abafa sabores delicados.

Perfil do vinho · Espumante

Álcool 13% vol

Nível 3 de 5 — Equilibrado – calor suave no final

Acima do típico (2,5) · Típico: média de 135 espumantes da Vinogrande

O que é

O álcool nasce da fermentação do açúcar da uva. Dá calor, contribui para o corpo e transporta os aromas.

Onde se sente

No calor que se sente na garganta e no peito ao engolir, e num ligeiro ardor no nariz quando é alto.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: o grau alcoólico do rótulo — No rótulo: 13% vol.

É o único eixo sempre medido: vem do grau alcoólico (% vol) do rótulo. Vinhos tranquilos e espumantes: abaixo de 11% = 1, até 12,4% = 2, até 13,4% = 3, até 14,4% = 4, 14,5% ou mais = 5. Vinhos generosos (Porto, Madeira…) têm escala própria: abaixo de 16,5% = 2, até 18,4% = 3, até 19,9% = 4, 20% ou mais = 5.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Baixo: menos de 11% vol
  2. 2Médio-baixo: 11–12,4% vol
  3. 3Médio: 12,5–13,4% vol Este vinho
  4. 4Médio-alto: 13,5–14,4% vol
  5. 5Alto: 14,5% vol ou mais

Na prática, neste vinho

Equilíbrio clássico, à vontade com a maioria dos pratos.

Críticas e prémios

Servir & degustar

Temperatura 8–10 °CFrigorífico 3 h · ou balde com gelo e água 20 min
CopoFlûte

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Descrição

O cuvée Arpège assinada por Pascal Doquet é um champagne Blanc de Blancs marcante, repleto de generosidade e expressividade. Um cuvée perfeita para um aperitivo gourmet.

Combinando a riqueza dos chardonnays dos terroirs argilosos de Vertus com a frescura e a mineralidade do Mont Aimé, o cuvée Arpège revela uma ampla paleta aromática.

O cuvée Arpège é vinificada dois terços em cubas de inox e um terço em pequenos barris de carvalho. Após a vinificação, o vinho é deixado sobre as borras por 3 a 4 meses para obter uma personalidade marcante.

Para elaborar o cuvée Arpège, Pascal Doquet combina 65% de vinho da última colheita com 35% de vinhos de uma reserva perpétua iniciada em 2012, incorporando a cada ano cerca de metade de vinhos da última safra.

Este é um champagne que apresenta uma coloração dourado-pálida, com reflexos dourados e bolhas finas e abundantes.

AromaNo nariz, o cuvée Arpège revela-se por notas de frutas brancas e cítricos cristalizados, destacadas por um toque mais floral.

No paladar, descobre-se um champagne equilibrado, que evolui entre uma bela textura cremosa e uma certa complexidade. Este cuvée possui uma bela estrutura, destaca magnificamente a mineralidade da Côte des Blancs e oferece, ao final, muito caráter, frescor e equilíbrio. No final de boca, desfruta-se de uma grande persistência aromática.

Pascal Doquet, viticultor desde 1982, criou a sua própria marca em 2004, anos após assumir os vinhedos da sua família. As suas propriedades de 8,7 hectares na Côte des Blancs e nos Coteaux Vitryats, incluindo vinhedos em Vertus e Le Mesnil-sur-Oger com média de mais de 40 anos, são cultivadas organicamente desde 2006 e certificadas desde 2010. Pascal evita a aração, e a manutenção mecânica é realizada somente na superfície do solo, promovendo a vida no solo ao longo do ano, com diversas plantas se semeando naturalmente. Fermentados com leveduras nativas e vinificados com baixos níveis de sulfitos, os seus vinhos são maturados por seis meses sobre as borras em tanques de aço esmaltado e barris antigos de carvalho. A linha, dominada por blanc de blancs e destacando diferentes terroirs, oferece vinhos expressivos e de charme imediato.

Com o que servir este vinho

Pratos calculados a partir do perfil, das castas e da região deste vinho.