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Boekenhoutskloof Semillon Branco 2022

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FICHA TÉCNICA

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Colheita
2022
Região
Franschhoek
Tipo
Branco
Enólogo
Marc Kent
Grau alcoólico
13% vol.
Garrafa
750 ml

Perfil do vinho

Branco

Corpo
Doçura
Álcool13% vol

Toque ou passe o rato numa escala

Perfil do vinho · Branco

Corpo

Nível 4 de 5 — Cheio e amplo – como natas leves

Acima do típico (3,1) · Típico: média de 436 brancos da Vinogrande

O que é

O corpo é o peso e a textura do vinho na boca. Vem sobretudo do álcool, do extrato (tudo o que fica dissolvido além da água), do glicerol e, nos vinhos doces, do açúcar.

Onde se sente

Em toda a língua: é a sensação de o vinho «encher» a boca. Compare leite magro, leite gordo e natas.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: as notas de prova e a descrição do vinho na Vinogrande.

Não há um único número para o corpo. Os laboratórios medem o extrato seco (muitos vinhos ficam entre 18 e 30 g/L) e o grau alcoólico, que, segundo a WSET, é o que mais influencia o corpo. Na escala avaliamos o peso na boca.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Leve: fluido e delicado
  2. 2Médio-leve: ligeiro
  3. 3Médio: redondo
  4. 4Médio-cheio: amplo Este vinho
  5. 5Encorpado: denso e cheio

Na prática, neste vinho

Pede pratos com estrutura: carnes vermelhas, assados, cogumelos, queijos curados.

Perfil do vinho · Branco

Doçura

Nível 1 de 5 — Seco – sem açúcar que se sinta, só fruta

Em linha com o típico (1,1) · Típico: média de 453 brancos da Vinogrande

O que é

A doçura vem do açúcar natural da uva que não se transformou em álcool (o açúcar residual). Um vinho seco quase não tem; um Porto ou um colheita tardia tem muito.

Onde se sente

Na ponta da língua, logo no primeiro gole, e numa sensação mais untuosa na boca. A acidez pode disfarçá-la.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: a classificação de doçura registada na ficha do produto (seco, meio-seco…).

Mede-se em gramas de açúcar residual por litro. Bandas gerais da UE: seco até cerca de 4 g/L, meio-seco até 12, meio-doce até 45 e doce acima disso. Na escala: abaixo de 4 g/L = 1, até 12 = 2, até 45 = 3, até 100 = 4, mais = 5.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Seco: sem açúcar perceptível Este vinho
  2. 2Meio-seco: um toque de doçura
  3. 3Meio-doce: doçura evidente
  4. 4Doce: rico e frutado
  5. 5Muito doce: untuoso

Na prática, neste vinho

Acompanha a refeição toda, do salgado ao picante suave. Não o sirva com sobremesas doces: parece amargo.

Perfil do vinho · Branco

Álcool 13% vol

Nível 3 de 5 — Equilibrado – calor suave no final

Em linha com o típico (3,1) · Típico: média de 453 brancos da Vinogrande

O que é

O álcool nasce da fermentação do açúcar da uva. Dá calor, contribui para o corpo e transporta os aromas.

Onde se sente

No calor que se sente na garganta e no peito ao engolir, e num ligeiro ardor no nariz quando é alto.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: o grau alcoólico do rótulo — No rótulo: 13% vol.

É o único eixo sempre medido: vem do grau alcoólico (% vol) do rótulo. Vinhos tranquilos e espumantes: abaixo de 11% = 1, até 12,4% = 2, até 13,4% = 3, até 14,4% = 4, 14,5% ou mais = 5. Vinhos generosos (Porto, Madeira…) têm escala própria: abaixo de 16,5% = 2, até 18,4% = 3, até 19,9% = 4, 20% ou mais = 5.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Baixo: menos de 11% vol
  2. 2Médio-baixo: 11–12,4% vol
  3. 3Médio: 12,5–13,4% vol Este vinho
  4. 4Médio-alto: 13,5–14,4% vol
  5. 5Alto: 14,5% vol ou mais

Na prática, neste vinho

Equilíbrio clássico, à vontade com a maioria dos pratos.

Críticas e prémios

Servir & degustar

Temperatura 8–10 °CFrigorífico 3 h · ou balde com gelo e água 20 min
CopoCopo de branco

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Harmonizações, alternativas e conselhos em segundos

Descrição

O Boekenhoutskloof Semillon Branco 2022 é um vinho branco sul-africano de prestígio, produzido a partir de vinhas velhas no Vale de Franschhoek, algumas plantadas em 1902. Este vinho destaca-se pela sua complexidade e textura, sendo fermentado e envelhecido em barricas de carvalho francês e ovos de betão por 14 meses.

The Wine AdvocateRP 93+Avaliado por: Monica Larner

O Boekenhoutskloof 2022 Franschhoek Semillon provém de uma parcela de vinhas antigas, uma das mais antigas do Cabo Ocidental, plantada em 1902. Outro vinhedo em solos arenosos foi plantado em 1942 e outro, ainda, em solos graníticos em 1956. Uma pequena percentagem de Muscat, apenas 2% a 3%, é adicionada ao lote. A Muscat é colhida por último e colocada em potes de argila Tava para mantê-la o mais neutra possível. Ainda assim, acrescenta um leve toque de flor de acácia e mel.

O Semillon apresenta textura cerosa e riqueza, com notas de óleo de linhaça e camomila. A Semillon foi plantada no Cabo no século XIX e sofreu mutação, revelando uma personalidade sul-africana. Este vinho é ligeiramente redutivo e ainda fechado. Embora esteja chegando ao mercado agora, vale a pena deixá-lo mais tempo na adega. Segundo o proprietário Marc Kent, a Semillon torna-se muito gastronômica com o tempo.

James Suckling: Sempre um excelente semillon, com textura e estrutura compacta. Aromas complexos de damascos, cera de abelha, peras asiáticas e toques de chocolate branco. Um pouco de amêndoas. Corpo médio a encorpado, com um final longo e cremoso. Proveniente de vinhas antigas plantadas em 1902, 1942 e 1936. Beba agora ou guarde.

Tim Atkin: O Semillon de classe mundial da Boekenhoutskloof utiliza uvas de três parcelas distintas em Franschhoek, plantadas em 1902, 1936 e 1942, combinadas com 3% de Muscat d'Alexandrie. Apresenta mais acidez e contenção do que o deslumbrante 2020, e menos daquele caráter de fósforo queimado, com notas de capim-limão, creme de baunilha e cera de abelha, além de um núcleo de acidez bem definida.

Especialistas da Fine Wine Library e da Wine Cellar consideram este vinho um investimento seguro para colecionadores, prevendo uma janela de consumo ideal entre 2026 e 2037 devido ao seu grande potencial de envelhecimento em garrafa.

Com o que servir este vinho

Pratos calculados a partir do perfil, das castas e da região deste vinho.