Portes grátis para Portugal Continental acima de 80€ · Pagamentos Seguros

Recém-chegado

Niepoort Batuta 2023 - Frescura, elegância e mineralidade em perfeita harmonia.

Preço normal 67,80 €
3x de 22,60 € sem juros No envio22,60 € 30 dias22,60 € 60 dias22,60 € Sem juros nem taxas, desde que pague a tempo · Como funciona ›
Encomende até 16 dez para receber antes do Natal · faltam 59 d 1 h
Imposto incluído Os custos de envio são calculados aquando da finalização da compra.
Tamanho
WhatsApp

Compre uma caixa de 6 e poupe 10%

61,02 € por garrafa 406,80 € 366,12 € a caixa de 6

-10%

Desconto aplicado automaticamente no carrinho. Não acumulável com outros códigos.

FICHA TÉCNICA

Toque em cada cartão para saber mais

Região
Douro
Tipo
Tinto
Enólogo
Dirk Niepoort
Grau alcoólico
12% vol.
Garrafa
750 ml

Perfil do vinho

Tinto

Corpo
Taninos
Acidez
Álcool12% vol
Doçura

Toque ou passe o rato numa escala

Perfil do vinho · Tinto

Corpo

Nível 2 de 5 — Ligeiro, mas com presença – como leite meio-gordo

Abaixo do típico (3,8) · Típico: média de 711 tintos da Vinogrande

O que é

O corpo é o peso e a textura do vinho na boca. Vem sobretudo do álcool, do extrato (tudo o que fica dissolvido além da água), do glicerol e, nos vinhos doces, do açúcar.

Onde se sente

Em toda a língua: é a sensação de o vinho «encher» a boca. Compare leite magro, leite gordo e natas.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: o perfil típico das castas (Wine Folly / WSET), por não termos um dado específico. Estimativa

Não há um único número para o corpo. Os laboratórios medem o extrato seco (muitos vinhos ficam entre 18 e 30 g/L) e o grau alcoólico, que, segundo a WSET, é o que mais influencia o corpo. Na escala avaliamos o peso na boca.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Leve: fluido e delicado
  2. 2Médio-leve: ligeiro Este vinho
  3. 3Médio: redondo
  4. 4Médio-cheio: amplo
  5. 5Encorpado: denso e cheio

Na prática, neste vinho

Bom com peixe, aves e cozinha vegetariana; não abafa sabores delicados.

Perfil do vinho · Tinto

Taninos

Nível 2 de 5 — Macio – textura aveludada

Abaixo do típico (3,2) · Típico: média de 708 tintos da Vinogrande

O que é

Os taninos vêm das películas, das grainhas e da madeira. Dão estrutura e longevidade aos tintos; com o tempo, ficam mais macios.

Onde se sente

Nas gengivas, no interior das bochechas e nos dentes: aquela secura áspera, como depois de um chá preto forte.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: as notas de prova e a descrição do vinho na Vinogrande.

Os laboratórios medem os polifenóis totais (índice IPT), mas esse valor raramente é publicado. Na escala avaliamos a quantidade e a textura dos taninos na boca.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Baixos: sedosos
  2. 2Médio-baixos: macios Este vinho
  3. 3Médios: presentes
  4. 4Médio-altos: firmes
  5. 5Altos: robustos

Na prática, neste vinho

Acompanha aves, porco e massas sem pesar.

Perfil do vinho · Tinto

Acidez

Nível 3 de 5 — Fresca e equilibrada – como uma maçã verde

Abaixo do típico (3,6) · Típico: média de 702 tintos da Vinogrande

O que é

A acidez é a frescura do vinho: dá-lhe energia, faz crescer água na boca e ajuda-o a envelhecer. Sem ela o vinho fica chato; em excesso, fica agressivo.

Onde se sente

Nas laterais da língua e na salivação que fica depois de engolir. Quanto mais salivar, mais ácido é o vinho.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: o perfil típico das castas (Wine Folly / WSET), por não termos um dado específico. Estimativa

Em laboratório mede-se a acidez total (em gramas de ácido tartárico por litro; a maioria dos vinhos fica entre 4,5 e 8 g/L) e o pH (normalmente entre 3,0 e 3,8; quanto mais baixo, mais ácido). Na escala traduzimos isso em sensação na boca.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Baixa: macia, pouca frescura
  2. 2Média-baixa: suave
  3. 3Média: fresca e equilibrada Este vinho
  4. 4Média-alta: viva, salivante
  5. 5Alta: vibrante, cortante

Na prática, neste vinho

Versátil à mesa: peixe grelhado, aves, saladas mornas. O frio moderado realça a frescura.

Perfil do vinho · Tinto

Álcool 12% vol

Nível 2 de 5 — Moderado – um calor discreto

Abaixo do típico (4,2) · Típico: média de 716 tintos da Vinogrande

O que é

O álcool nasce da fermentação do açúcar da uva. Dá calor, contribui para o corpo e transporta os aromas.

Onde se sente

No calor que se sente na garganta e no peito ao engolir, e num ligeiro ardor no nariz quando é alto.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: o grau alcoólico do rótulo — No rótulo: 12% vol.

É o único eixo sempre medido: vem do grau alcoólico (% vol) do rótulo. Vinhos tranquilos e espumantes: abaixo de 11% = 1, até 12,4% = 2, até 13,4% = 3, até 14,4% = 4, 14,5% ou mais = 5. Vinhos generosos (Porto, Madeira…) têm escala própria: abaixo de 16,5% = 2, até 18,4% = 3, até 19,9% = 4, 20% ou mais = 5.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Baixo: menos de 11% vol
  2. 2Médio-baixo: 11–12,4% vol Este vinho
  3. 3Médio: 12,5–13,4% vol
  4. 4Médio-alto: 13,5–14,4% vol
  5. 5Alto: 14,5% vol ou mais

Na prática, neste vinho

Leve à mesa: peixe, petiscos, cozinha de verão.

Perfil do vinho · Tinto

Doçura

Nível 1 de 5 — Seco – sem açúcar que se sinta, só fruta

Em linha com o típico (1,0) · Típico: média de 720 tintos da Vinogrande

O que é

A doçura vem do açúcar natural da uva que não se transformou em álcool (o açúcar residual). Um vinho seco quase não tem; um Porto ou um colheita tardia tem muito.

Onde se sente

Na ponta da língua, logo no primeiro gole, e numa sensação mais untuosa na boca. A acidez pode disfarçá-la.

Como chegamos a este nível

Para este vinho, o nível vem de: a classificação de doçura registada na ficha do produto (seco, meio-seco…).

Mede-se em gramas de açúcar residual por litro. Bandas gerais da UE: seco até cerca de 4 g/L, meio-seco até 12, meio-doce até 45 e doce acima disso. Na escala: abaixo de 4 g/L = 1, até 12 = 2, até 45 = 3, até 100 = 4, mais = 5.

A escala de 1 a 5 segue a grelha de prova da WSET. Partimos da ficha técnica do produtor e das notas de prova da Vinogrande e, sempre que existem, de dados medidos, como o grau alcoólico do rótulo. Só quando faltam estes dados usamos o perfil típico do estilo, da região ou das castas, e dizemo-lo.

A escala de 1 a 5

  1. 1Seco: sem açúcar perceptível Este vinho
  2. 2Meio-seco: um toque de doçura
  3. 3Meio-doce: doçura evidente
  4. 4Doce: rico e frutado
  5. 5Muito doce: untuoso

Na prática, neste vinho

Acompanha a refeição toda, do salgado ao picante suave. Não o sirva com sobremesas doces: parece amargo.

Críticas e prémios

Servir & degustar

Temperatura 16–18 °CCom a sala acima de 20 °C, 15 min no frigorífico
CopoCopo Bordeaux
Abrir antes 15 min · Sem decantação

Em dúvida? Pergunte ao Sommelier IA NOVO

Harmonizações, alternativas e conselhos em segundos

Descrição

O Niepoort Batuta 2023 é um vinho tinto de topo do Douro, criado pelo icónico produtor Dirk Niepoort, reconhecido pela sua extrema elegância, frescura e perfil focado na mineralidade.

The Wine AdvocateRP 96Avaliado por: Luis Gutiérrez

Já tinha tido oportunidade de provar uma ou duas garrafas do Batuta 2023 antes desta prova realizada nas caves da Niepoort, em Serpa Pinto, Vila Nova de Gaia, e o vinho já me tinha causado uma enorme impressão. Provém das mesmas duas vinhas em Covas do Douro e beneficiou de quatro meses de maceração/infusão com as películas — mas sem engaço — em depósitos de betão, seguindo-se um estágio de 18 meses em madeira.

Este poderá muito bem ser um dos melhores Batuta alguma vez produzidos (embora a equipa considere que o 2024 possa ser ainda superior, apesar de eu não o ter provado). É um vinho profundo, maduro e suculento, mas sem qualquer excesso de maturação ou exuberância. Consegue ser simultaneamente sedutor e hedonista, mantendo uma postura séria e elegante. Revela uma notável precisão, sustentada por taninos extremamente finos, polidos e elegantes.

Apresenta 13,1% de álcool, pH de 3,57 e 5,2 g/L de acidez total. Foram produzidas 8.800 garrafas e o engarrafamento ocorreu em julho de 2025.

Provei estes vinhos com Luis Pedro Silva, o jovem enólogo da Niepoort responsável pelos vinhos do Douro. A maioria dos vinhos apresentados era da colheita de 2024, um ano menos quente, com muita vegetação e produções elevadas. Houve chuva suficiente e as videiras comportaram-se como se tivessem sido irrigadas. No entanto, o verão quente colocou-as sob pressão devido ao excesso de massa vegetativa e ao elevado rendimento, dificultando a maturação de toda a uva e a manutenção das folhas verdes.

A vindima foi muito chuvosa, prolongando-se por um período mais longo e, aparentemente, com resultados positivos: o teor alcoólico manteve-se moderado e os vinhos conservaram uma excelente frescura. Inicialmente, estas condições favoreceram os vinhos tranquilos do Douro, embora fossem menos adequadas para o Vinho do Porto. Contudo, as chuvas reativaram as videiras, permitindo que as uvas destinadas ao Porto também atingissem uma maturação adequada.

Os vinhos tranquilos de 2024 apresentam baixos teores alcoólicos e parecem estar a ganhar volume durante o estágio. Os tintos revelam um perfil muito floral, talvez menos vibrante do que os de 2023, enquanto os brancos são semelhantes aos da colheita anterior, embora ligeiramente mais redondos. Cerca de metade dos tintos provados era da colheita de 2023, um ano mais fresco do que 2022 e com características próximas de 2021. Tanto 2023 como 2024 são colheitas muito acessíveis e agradáveis desde jovens.

Quanto a 2025, foi um ano marcado por muita chuva, tornando o trabalho na vinha particularmente desafiante. As produções foram reduzidas, mas as uvas apresentaram grande concentração. Após a vindima, continuou a chover sem interrupção — muito mais do que seria desejável.

Os Vinhos do Porto foram provados com Nick Delaforce, enólogo responsável pela adega de Vale do Mendiz, onde a Niepoort produz os seus Portos. A casa está a lançar diferentes colheitas em várias categorias, mas o grande destaque foi o novo Vintage 2024. Trata-se da primeira declaração geral desde 2022, uma vez que a maioria dos produtores não declarou Vintage em 2023.

O portefólio da Niepoort distingue-se do da maioria dos grandes produtores: cerca de 60% corresponde a categorias especiais e apenas 40% a vinhos de entrada de gama, quando o habitual no setor é precisamente o inverso. Foi ainda engarrafado o restante Colheita 1976, descrito por Gutiérrez como um vinho verdadeiramente mágico.

Publicado: 16 de abril de 2026.

Com o que servir este vinho

Pratos calculados a partir do perfil, das castas e da região deste vinho.